A fábrica de extracção de óleo de bagaço de azeitona
instalada no Complexo Industrial do Cachão foi obrigada a suspender a
actividade. Em causa está a falta de licenciamento industrial e a
elevada quantidade de poluentes perigosos emitidos pela SODUOL –
Sociedade Duriense de Óleos, Lda.
A
decisão de suspender o funcionamento da unidade industrial partiu do
Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e do Desenvolvimento
Regional (MAOTDR), após a denúncia da situação pelo deputado do PCP
Agostinho Lopes, que apresentou um requerimento na Assembleia da
República (AR), na sequência de uma notícia veiculada pelo Jornal
NORDESTE em Fevereiro do ano passado. O documento exigia informação
detalhada sobre as diligências efectuadas pelo Governo, nomeadamente
pelo Ministério do Ambiente, para acabar com o drama da poluição na
localidade do Cachão, na freguesia de Frechas.
Recorde-se
que a população já tinha denunciado este problema através de um
abaixo-assinado no início de 2007, que dirigiu ao ministro do Ambiente,
governador civil de Bragança e ao presidente da Câmara Municipal de
Mirandela. Perante o silêncio das autoridades, os comunistas decidiram
levar o assunto à AR.
Depois de analisar a
situação, o MAOTDR concluiu que existem grandes probabilidades de
estarem a ser emitidos, sem autorização e sem monitorização, 32
poluentes perigosos para a água e para a atmosfera.
O
ministério avaliou os impactes potenciais e, tendo em conta que estes
poluentes são “neurotóxicos e com um grande potencial cancerígeno, para
além de serem biocumuláveis”, ordenou a suspensão da actividade da
empresa.
SODUL só poderá reiniciar actividade depois de efectuar melhoramentos ao nível do tratamento dos fumos e vapores
Em
comunicado, o MAOTDR faz, ainda, saber que o pedido de licenciamento
que deu entrada na Direcção Regional da Economia do Norte foi indeferido
no final de 2004. Além disso, a Autoridade para a Segurança Alimentar e
Económica (ASAE) já tinha interpelado aquela entidade para impor
medidas cautelares a esta unidade industrial em situação ilegal.
Confrontado
com esta situação, o presidente da Câmara Municipal de Mirandela (CMM),
José Silvano, esclarece que a autarquia só tem competência para
efectuar o licenciamento urbanístico, que se encontrava regularizado
desde 1999. “Todas as empresas do Complexo Industrial do Cachão tiveram o
licenciamento urbanístico em 1999, por deliberação da Câmara e da
Assembleia Municipal”, esclarece o edil.
José
Silvano explica, ainda, que este procedimento foi necessário porque o
complexo foi criado há mais de 40 anos pelo Camilo Mendonça como um
projecto único. “A falência é que levou ao desmembramento das empresas”,
acrescenta o autarca.
Após a inspecção do
MAOTDR, a CMM foi notificada para suspender a laboração e informar os
proprietários da fábrica das obras que são necessárias para retomar a
actividade.
Trata-se de intervenções ao
nível das caldeiras e dos laboratórios, relacionados com o tratamento
dos fumos e dos valores que são expelidos pela unidade de transformação.
Só depois de cumpridos os requisitos e de uma nova inspecção do MAOTDR é que a SODUL poderá reiniciar a actividade.
Por:
Teresa Batista
Jornal Nordeste
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
domingo, 14 de março de 2010
Limpar Portugal
Eu estou 100% empenhado em participar no movimento LIMPAR PORTUGAL.
No dia 20 vou participar activamente na limpeza de lixeiras clandestinas.
E TU? VAIS FICAR EM CASA?
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Deputado socialista diz no Parlamento que a linha do Tua não tem interesse turístico

A linha do Tua não tem interesse turístico. A opinião foi defendida pelo deputado socialista Luís Vaz, eleito pelo círculo de Bragança, ontem à tarde na Assembleia da República.
Durante o debate sobre a petição da Linha do Tua apresentada há um ano pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua e que tinha como propósito defender a linha do Tua da construção de uma barragem, o deputado afirmou que “a linha férrea deixou de ser útil para as pessoas que ali vivem e trabalham, que optaram pelo transporte rodoviário”.
Luís Vaz salientou que a ferrovia poderia ter potencial turístico, mas não diz que “não conhece um único operador turístico que se tenha interessado pela sua exploração”.
Quem não gostou de ouvir estas palavras foi a deputada do Bloco de Esquerda, Helena Pinto. “Apetece-me dizer que fiquei quase sem palavras depois de ouvir tudo o que o deputado socialista disse. Só faltou concluir com viva a barragem, viva a EDP”, ironizou.
E José Silvano diz que Luís Vaz tem inveja de Mirandela. É desta forma que o presidente da câmara de Mirandela reage às declarações do deputado socialista, eleito por Bragança, proferidas, ontem, na Assembleia da República.
O também presidente da administração da Metro de Mirandela ficou surpreendido com esta posição de Luís Vaz. José Silvano considera que “só fala de Mirandela para cima e que não conhece o Vale do Tua”. Acrescenta que Luíz Vaz vestiu a pele de “deputado por Macedo de Cavaleiros” e que “como não passa lá a linha tem inveja que ela termine em Mirandela”.
José Silvano desmente também que não haja três operadores interessados em explorar a linha do Tua. "Basta consultar o estudo que as Câmaras fizeram para constatar que há empresas interessadas".
A petição sobre a linha do Tua vai ser votada esta sexta-feira.
Eduardo Pinto/RA
Nota: É caso para dizer: Se assim fala quem devia defender a região, o que esperar dos engravatados de Lisboa?
Durante o debate sobre a petição da Linha do Tua apresentada há um ano pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua e que tinha como propósito defender a linha do Tua da construção de uma barragem, o deputado afirmou que “a linha férrea deixou de ser útil para as pessoas que ali vivem e trabalham, que optaram pelo transporte rodoviário”.
Luís Vaz salientou que a ferrovia poderia ter potencial turístico, mas não diz que “não conhece um único operador turístico que se tenha interessado pela sua exploração”.
Quem não gostou de ouvir estas palavras foi a deputada do Bloco de Esquerda, Helena Pinto. “Apetece-me dizer que fiquei quase sem palavras depois de ouvir tudo o que o deputado socialista disse. Só faltou concluir com viva a barragem, viva a EDP”, ironizou.
E José Silvano diz que Luís Vaz tem inveja de Mirandela. É desta forma que o presidente da câmara de Mirandela reage às declarações do deputado socialista, eleito por Bragança, proferidas, ontem, na Assembleia da República.
O também presidente da administração da Metro de Mirandela ficou surpreendido com esta posição de Luís Vaz. José Silvano considera que “só fala de Mirandela para cima e que não conhece o Vale do Tua”. Acrescenta que Luíz Vaz vestiu a pele de “deputado por Macedo de Cavaleiros” e que “como não passa lá a linha tem inveja que ela termine em Mirandela”.
José Silvano desmente também que não haja três operadores interessados em explorar a linha do Tua. "Basta consultar o estudo que as Câmaras fizeram para constatar que há empresas interessadas".
A petição sobre a linha do Tua vai ser votada esta sexta-feira.
Eduardo Pinto/RA
Nota: É caso para dizer: Se assim fala quem devia defender a região, o que esperar dos engravatados de Lisboa?
sábado, 16 de maio de 2009
Notícias
- 16-05-2009 - Correio da Manhã - Mirandela: 4 quilos de haxixe
- 24-04-2009 - Público - PCP/Bragança quer despistagem à população do Cachão por causa de poluição de fábrica de óleos
- 23-04-2009 - RBA - Mais uma denúncia de fábrica poluente em Mirandela

- 15-04-2008 - Mensageiro Notícias - Cachão - Mirandela // Inauguração oficial de relvado sintético
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Fábrica encerrada no Cachão continua a poluir

«A laborar mas sem licenciamento»
A fábrica de extracção de óleos do Cachão, encerrada em Maio do ano passado, pelas autoridades, por falta de condições, continua a laborar.
Isso mesmo foi confirmado por vários populares ao deputado comunista da Assembleia da República, Agostinho Lopes, que ontem esteve naquela localidade do concelho de Mirandela.
Segundo o autarca José Silvano, a fábrica continua sem licenciamento para laborar e até já foi notificada a pagar uma coima, mas o caso está agora em tribunal.
“Está a laborar mas sem licenciamento” refere o autarca. Depois de em Maio ter sido decretado o seu encerramento “até agora não entrou nenhum pedido de legalização do funcionamento” acrescenta José Silvano. No entanto “com os rumores que se iam ouvindo, a câmara notificou os proprietários no sentido de a fábrica não poder laborar mas eles contestaram dizendo que não estavam a funcionar”. Ainda assim, a autarquia enviou o processo para tribunal.
Ontem mesmo, Agostinho Lopes, deputado comunista na Assembleia da República, confirmou que a unidade industrial continua a causar enorme preocupação na população e promete voltar a questionar o Governo sobre esta questão.
Agostinho Lopes constatou que a população local continua confrontada com a poluição, nomeadamente fumos e cinzas lançados pelas chaminés da fábrica de extracção de óleo de bagaço de azeitona, instalada no antigo complexo agro-industrial do Cachão, apesar de admitirem que a situação já não é tão grave após algumas obras efectuadas pela empresa.
“Ás cinco ou seis da manhã é um cheiro insuportável e com as alterações que fizeram continua a mesma coisa” afirma um habitante. “Durante o verão teve fechado para obras e construíram uma chaminé nova mas o problema continua porque as chaminés antigas ainda estão a funcionar” explica outro morador da aldeia.
Recorde-se que o deputado comunista apresentou vários requerimentos na Assembleia da República onde dava a conhecer a situação. Em Maio de 2008, o Ministério do Ambiente respondeu que a unidade industrial em causa não estava licenciada e que na análise técnica dos impactes potenciais gerados por este tipo de fábricas, podem ser identificados como passíveis de serem emitidos poluentes neurotóxicos e com grande potencial cancerígeno. Quase um ano depois, o deputado Agostinho Lopes considera grave que a situação não tenha sido analisada pelo Ministério da Saúde.
“Eu tenho uma resposta do ministério do ambiente a dizer que estas substâncias são toxinas e cancerígenas e que a fábrica nem sequer estava licenciada” recorda o deputado. “Mas passados muitos meses recebo uma resposta do ministério da saúde a dizer que o delegado de saúde não via perigo para a população, o que é contraditório” considera.
Perante a resposta do ministério do ambiente, Agostinho Lopes entende que a sub-região de saúde de Bragança devia ter feito “uma despistagem junto da população para verificar se havia ou não consequências”.
Perante isto, o deputado comunista promete agora levar novamente a situação à Assembleia da República e reclamar dos ministérios do Ambiente e da Saúde medidas para travar a poluição e as eventuais consequências para os habitantes da aldeia
Até ao momento não foi possível obter qualquer reacção por parte da empresa que é responsável por esta fábrica de extracção de óleos do Cachão.
Rádio Brigantia, 2009-04-06

Fotografias tiradas a 04/04/2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
Presidente da Junta defende extinção de freguesias
Reforma profunda deveria apostar na agregação destas unidades
O presidente da Junta de Freguesia de Frechas (Mirandela) defende uma “reforma profunda” no poder local. Esta pode passar pela “extinção” de freguesias, em alguns casos, ou então na aposta no “associativismo”, agregando várias juntas freguesias para ganhar escala e capacidade de resposta às solicitações. Jorge Pereira entende que, face à realidade actual, “não faz sentido” que freguesias com pouco mais de uma centena de eleitores tenham precisamente as mesmas atribuições e competências que outras com milhares de eleitores. Por isso, entende que é necessário dar “uma pedrada no charco” e ter “coragem” de avançar para uma reforma. O presidente da Junta de Frechas, eleito pelo PSD, vai mais longe e até considera que muitas juntas “existem apenas no papel e não são funcionais, nem eficazes para os cidadãos”, e dá como exemplo a falta de organização administrativa. “Nas pequenas freguesias não me parece que exista gente com sensibilidade para a implementação dos regulamentos dos cemitérios ou para organizarem e conduzirem um processo de contra-ordenação”, diz. Para além disso, muitas freguesias “funcionam numa perspectiva de completa dependência hierárquica do Município”, sublinha o autarca. Jorge Pereira está a cumprir o segundo mandato à frente da freguesia de Frechas, a quarta maior do concelho de Mirandela, com pouco mais de 1200 eleitores, e admite que seja difícil dar a cara por estas reformas, mas não tem dúvidas que muita gente está de acordo. O problema é que “somos adeptos das reformas apenas quando dizem respeito aos outros”.
Críticas à ANAFRE
O presidente também não poupa críticas a direcção da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), acusando-a de estar a “descurar a defesa das pequenas freguesias do interior”. Para o autarca, não passa de uma associação “corporativista” que não se preocupa com os problemas das freguesias do interior e assim está a dar razão aos que sempre disseram que “Portugal é Lisboa e o resto é paisagem”. Para Jorge Pereira, a ANAFRE tem de saber lidar com a realidade e encarar a necessária reforma. Tudo é uma questão de tempo, “nem mesmo as tácticas ou o calendário dos políticos podem ignorar”, conclui.
Fonte: Mensageiro Notícias
O presidente da Junta de Freguesia de Frechas (Mirandela) defende uma “reforma profunda” no poder local. Esta pode passar pela “extinção” de freguesias, em alguns casos, ou então na aposta no “associativismo”, agregando várias juntas freguesias para ganhar escala e capacidade de resposta às solicitações. Jorge Pereira entende que, face à realidade actual, “não faz sentido” que freguesias com pouco mais de uma centena de eleitores tenham precisamente as mesmas atribuições e competências que outras com milhares de eleitores. Por isso, entende que é necessário dar “uma pedrada no charco” e ter “coragem” de avançar para uma reforma. O presidente da Junta de Frechas, eleito pelo PSD, vai mais longe e até considera que muitas juntas “existem apenas no papel e não são funcionais, nem eficazes para os cidadãos”, e dá como exemplo a falta de organização administrativa. “Nas pequenas freguesias não me parece que exista gente com sensibilidade para a implementação dos regulamentos dos cemitérios ou para organizarem e conduzirem um processo de contra-ordenação”, diz. Para além disso, muitas freguesias “funcionam numa perspectiva de completa dependência hierárquica do Município”, sublinha o autarca. Jorge Pereira está a cumprir o segundo mandato à frente da freguesia de Frechas, a quarta maior do concelho de Mirandela, com pouco mais de 1200 eleitores, e admite que seja difícil dar a cara por estas reformas, mas não tem dúvidas que muita gente está de acordo. O problema é que “somos adeptos das reformas apenas quando dizem respeito aos outros”.
Críticas à ANAFRE
O presidente também não poupa críticas a direcção da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), acusando-a de estar a “descurar a defesa das pequenas freguesias do interior”. Para o autarca, não passa de uma associação “corporativista” que não se preocupa com os problemas das freguesias do interior e assim está a dar razão aos que sempre disseram que “Portugal é Lisboa e o resto é paisagem”. Para Jorge Pereira, a ANAFRE tem de saber lidar com a realidade e encarar a necessária reforma. Tudo é uma questão de tempo, “nem mesmo as tácticas ou o calendário dos políticos podem ignorar”, conclui.
Fonte: Mensageiro Notícias
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Acidente na Linha do Tua
Ocorreu, perto das 11 horas de hoje, um acidente na Linha do Tua, entre os apeadeiros da Brunheda e do Tralhão.Mais informação no Blogue - A Linha é Tua - (http://alinhaetua.blogspot.com/)
sábado, 12 de julho de 2008
Linha do Tua - Debate Público

Dia 25 de Julho de 2008, no Porto.
Cartaz em formato PDF aqui.
Mais informações no sítio do Movimento Cívico pela Linha do Tua.
(nota: a fotografia do cartaz pode parecer familiar, e é. Foi tirada dia 25 de Abril, entre Frechas e o Cachão)
segunda-feira, 7 de julho de 2008
O Pelourinho n.º1
Boletim Informativo ANO 1 – NÚMERO 1 – 31/Janeiro/ 2007
Com a publicação do Pelourinho n.º1, ficam on-line todos os números saídos até ao momento.
A opção, de serem publicados um a um, começando pelo mais recente para o mais antigo, tem uma explicação. Foi necessário refazê-los todos, página a página, o que levou algum tempo.
Podem ser vistos todos seguidos, clicando aqui,
Ou um a um:
O Pelorinho n.º1 de 31 Janeiro de 2007
O Pelorinho n.º1/A de 01 de Abril de 2007
O Pelorinho n.º2 de 30 de Abril de 2007
O Pelorinho n.º3 de 31 de Julho de 2007
O Pelorinho n.º4 de 31 de Outubro de 2007
O Pelorinho n.º5 de 31 de Janeiro de 2008
O Pelorinho n.º6 de 30 de Abril de 2008
Caso me sejam facultados os próximos números, serão imediatamente disponibilizados.
Espero que, pelo menos os que estão mais distantes de Frechas, tenham agora acesso a este Boletim.
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Com a publicação do Pelourinho n.º1, ficam on-line todos os números saídos até ao momento.
A opção, de serem publicados um a um, começando pelo mais recente para o mais antigo, tem uma explicação. Foi necessário refazê-los todos, página a página, o que levou algum tempo.
Podem ser vistos todos seguidos, clicando aqui,
Ou um a um:
O Pelorinho n.º1 de 31 Janeiro de 2007
O Pelorinho n.º1/A de 01 de Abril de 2007
O Pelorinho n.º2 de 30 de Abril de 2007
O Pelorinho n.º3 de 31 de Julho de 2007
O Pelorinho n.º4 de 31 de Outubro de 2007
O Pelorinho n.º5 de 31 de Janeiro de 2008
O Pelorinho n.º6 de 30 de Abril de 2008
Caso me sejam facultados os próximos números, serão imediatamente disponibilizados.
Espero que, pelo menos os que estão mais distantes de Frechas, tenham agora acesso a este Boletim.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
O Pelourinho n.º1/A
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Festa do Foral
O Pelourinho n.º2
terça-feira, 24 de junho de 2008
O Pelourinho n.º3
sábado, 7 de junho de 2008
Recordando o Homem de Ferro 2007, em Triatlo
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Frechas foi noticia no Jornal Nordeste

Frechas oferece património histórico e natural aos seus visitantes
Nas margens do rio Tua
Dona de uma história ímpar, Frechas partilha a sua beleza e grandiosidade com o rio Tua que faz desta uma das aldeias mais conhecidas do concelho de Mirandela.
Mergulhada entre montes e vales de paisagens soberbas, o leito amplo e apaziguador do rio Tua dá, à freguesia, uma calma que é contemplada por quem passa pelo parque de merendas ou quem visita a praia fluvial.
Da ponte que o atravessa, é possível admirar as águas plácidas em perfeita comunhão com a natureza verdejante de campos e vegetação.
A par da sua beleza natural, Frechas é rica em história, comprovada pelo seu faustoso património edificado, como a Igreja matriz, capelas, casas brasonadas e pelourinho, entre outros.
Vila e sede de concelho até ao início do século XIX, a freguesia foi povoada, desde a pré-história, por civilizações como os Celtas, Romanos, Suevos, Visigodos e Árabes, cuja passagem é confirmada pela quantidade de vestígios arqueológicos presentes na freguesia. Assim, é possível encontrar nesta localidade casas de pedra cobertas de colmo, flechas e diversos materiais agrícolas de ferro, bem como moinhos, prensas para o azeite, lagares e adegas, entre outros.
Acredita-se que a elevada procura por parte de povos tão diversos se deve às boas condições climatéricas e à exploração do solo.
O concelho de Frechas perdurou até 1836, altura em que passou para o de Mirandela. No entanto, o pelourinho central recorda a todos os visitantes os antigos foros.
Freguesia integra as localidades de Cachão e Vale da Sancha
Sendo a terceira maior freguesia do concelho a nível demográfico, Frechas, com os seus cerca de mil habitantes, é bastante procurada pelos turistas que, no Verão, usufruem da praia fluvial da localidade. “Vem muita gente para o rio no Verão e há sempre muito movimento por aqui”, informou Constantino Guedes, residente em Frechas.
A alguns minutos de Mirandela, Frechas tem sido bastante procurada por pessoas que pretendem construir e residir na freguesia, sendo que é evidente, para quem passa, a aposta na construção de novas moradias. “Ainda há pouco estiveram aqui pessoas à procura de informações porque queriam comprar terrenos aqui”, adiantou Jaime Alberto, outro residente.
Recorde-se que a freguesia de Frechas integra as localidades de Cachão, conhecida pelo seu complexo agro-industrial, e Vale da Sancha, rica em património histórico, como a capela da Nossa Senhora do Aviso e Igreja de São Gonçalo, entre outros.
Por: Sandra Canteiro
sexta-feira, 14 de março de 2008
Linha do Tua: Circulação novamente suspensa a partir de domingo

Bragança, 14 Mar (Lusa) - A linha do Tua vai ser encerrada novamente no troço afectado pelo acidente de Fevereiro de 2007, por determinação do Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT), disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.
De acordo com a mesma fonte, o instituo fiscalizador ainda não recebeu do LNEC e da REFER a comprovação de que foram executadas as medidas de segurança necessárias à circulação ferroviária.
A linha reabriu, entre a Brunheda e Foz Tua, a 27 de Janeiro, com uma autorização temporária, que determinava que até 15 de Março teriam de ser entregues no IMTT os relatórios das condições de segurança.
Segundo a mesma fonte, essa informação ainda não chegou ao instituto, que notificou as diversas partes de que a partir de 16 de Fevereiro está interdita a exploração comercial da linha naquele troço.
Contactada pela Lusa, a CP informou que vai acatar a decisão da entidade de supervisão e que não depende desta empresa o retomar da circulação ferroviária.
A CP refere que "é afectada como os clientes", um mês e meio depois de a linha ter reaberto em toda a extensão, quase um ano passado do acidente que matou três ferroviários..
A REFER é a empresa responsável pela infra-estrutura e pelas obras já executadas e medidas de segurança a tomar, por indicação do LNEC.
HFI.
Lusa/fim
19:20 | Sexta-feira, 14 de Mar de 2008 in Expresso
Há uma alteração à notícia anterior (4 horas depois! Como as coisas mudam!). A Agência LUSA está a noticiar:
Linha do Tua: Suspensão adiada, REFER E LNEC têm uma semana para criarem condições
Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres dá uma semana à REFER e LNEC para providenciarem condições necessárias de segurança à circulação na linha.
23:20 | Sexta-feira, 14 de Mar de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
População do Cachão queixa-se da poluição causada por fábrica local
Frechas
O fumo e a sujidade proveniente de uma fábrica de extracção de óleo de bagaço de azeitona, instalada no Cachão, em Frechas, está a gerar queixas por parte de população local. O ano passado, os moradores já denunciaram a situação ao Ministério do Ambiente, através de um abaixo-assinado. No entanto, até ao momento, ainda não receberam qualquer resposta. Os responsáveis pela fábrica dizem-se dispostos a “minorar” os prejuízos causados à população.
Veja mais aqui:
http://www.semanariotransmontano.com/noticia.asp?idEdicao=124&id=5501&idSeccao=1393&Action=noticia
O fumo e a sujidade proveniente de uma fábrica de extracção de óleo de bagaço de azeitona, instalada no Cachão, em Frechas, está a gerar queixas por parte de população local. O ano passado, os moradores já denunciaram a situação ao Ministério do Ambiente, através de um abaixo-assinado. No entanto, até ao momento, ainda não receberam qualquer resposta. Os responsáveis pela fábrica dizem-se dispostos a “minorar” os prejuízos causados à população.
Veja mais aqui:
http://www.semanariotransmontano.com/noticia.asp?idEdicao=124&id=5501&idSeccao=1393&Action=noticia
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