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sexta-feira, 10 de julho de 2009

FARIA, ANTÓNIO EDUARDO DE OLIVEIRA


Popularmente conhecido por Coronel Faria ou o Lendário Coronel, marcou o imaginário de muitos Mirandelenses.
Nasceu a 30.9.1897, na freguesia e concelho do Mogadouro. Filho do ilustre advogado e republicano Eduardo Ernesto de Faria e da professora e poetisa Laurinda Augusta de Abreu Faria. Faleceu a 6.1.95, em Mirandela. Estudou em Bragança e a seguir ingressou na Escola de Guerra, tendo feito parte do Corpo Expedicionário Português na 1 a Grande Guerra (1914-18) e na 2.' Grande Guerra combateu nos Açores.
Como cadete conheceu pessoalmente o Presidente Sidónio Pais, tendo lhe feito guarda de honra em 14.12.1918, dia em que foi assassinado.
Foi combatente da República, sob o comando do General Hipólito Raposo, na Traulitada, em 19.2.1919, em Mirandela, contra Paiva Couceiro e as investidos da "Causa Monárquica". A sua bravura valeu-lhe a medalha Torres Espada, de Valor, Lealdade e Mérito. Sendo de destacar, entre outras condecorações, a Medalha e Crachat da Ordem Militar de Aviz e de Cristo.
Foi ainda em Vila Real, no RI n.º 13, que mais marcou a vida castrense, até chegar a comandante e passou à reserva em 1960. Foi sócio fundador do Sport Clube de Mirandela e ajudou a adquirir o estádio de S. Sebastião.
texto do sitio bragacanet.pt

segunda-feira, 3 de março de 2008

Primeiro foral outorgado a Frechas pelo Senhorio Lourenço Soares

Nas Inquirições de D.Afonso III, de 1258, Frechas pertencia a Nuno Martins, de Chacim e antes havia sido regalenga, mas que naquela data já nada pertencia ao rei, mas ao seu Senhorio:

E mais disse que ouviu dizer a Nuno Martins de Chasin que Vale de Asnos e Cedaios (Cedainhos) e Frechas, que agora são de Nuno Martins, foram regalengas, do Senhor Rei e agora este delas nada detém.

Após a formação do Reino de Portugal, os primeiros monarcas fizeram a doação do Senhorio de Frechas para povoar, explorar e defender em tempo de guerra, mas que numa fase preliminar haviam sido regalengas.

O seu senhorio concedeu-lhe a primeira Carta de Foral, baseado na qual D. Manuel I lhe outorgou posteriormente Foral Novo ou Manuelino:

" A quantos esta nossa Carta de Foral virem, dado à Vila de Frechas, fazemos saber que por bem das diligencias, exames e inquirições que em nosso reino mandamos fazer para justificação e declaração dos forais deles. E por algumas sentenças e determinações que com o nosso Conselho e letrados passamos, acordamos, visto o foral da dita vila dado por Lourenço Soares, que as rendas e direitos se devem na dita vila pagar e arrecadar na maneira e forma seguinte..."
Frechas tradição e modernidade - Ilda Fernandes

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Carta de Foral

Aliado às comemorações dos 495 anos do foral, o blog frechas-frechas.blogspot.com, vai durante os próximos dias divulgar aqui alguns aspectos importantes, relacionados com o foral concedido à Vila de Frechas.
Conhece-se que o primeiro foral de Frechas lhe foi outorgado pelo seu senhorio, Lourenço Soares, antes de 1258, que instituiu Frechas como concelho e vila, conforme consta nas inquirições de D. Afonso III, de 1258, referenciado mais tarde no foral novo ou Manuelino. Foi com base nesta primeira carta, que D. Manuel legislou sobre os direitos e deveres dos moradores de Frechas, em continuidade e equivalência do antigo, substituindo somente nos deveres o foro de oitava pelo de novena.
No século XVI, com base no anterior, foi-lhe outorgado Foral Novo por D. Manuel I, que mão focava todos os pontos, nos que faltavam, os moradores de Frechas tinham de guiar-se pelo estipulado no Foral e Miranda do Douro.
Frechas tradição e modernidade - Ilda Fernandes

sábado, 1 de dezembro de 2007

A MINHA RUA



A MINHA RUA
Daqui, onde estou, consigo ver o mundo.
Não o mundo todo! Isso não!!! Seria até ridículo acreditar que sim. Vejo apenas o meu mundo. A MINHA RUA.

A ORIGEM DO NOME II


Um outro significado de Frechas é o de canas frechas ao longo do precurso do rio, aproveitadas na pirotecnia, de que derivou o termo frechas? Um mapa de 1734 apresenta um sitio denominado por terras de Canameiras, um documento antigo refere que aqui se fazia a dança das canas.
In Frechas tradição e modernidade



sexta-feira, 23 de novembro de 2007

ORIGEM DO NOME


Quanto ao topónimo de Frechas é um tanto ou quanto complicado descobri-lo, na medida em que não encontra-mos algo de concreto ao longo da nossa investigação que o pudesse indicar.
A onomástica frechas tem vário sinónimos.


Será que teve a sua origem por aqui se fabricarem flechas ou frechas, muito utilizadas na defesa como arma de arremesso, a ponto de D.João ll, conceder previlégios e liberdades aos besteiros do conto do julgado de Mirandela em que frechas se inseria?
in Frechas tradição e modernidade

segunda-feira, 30 de abril de 2007

HISTÓRIA

(clique nas fotos para ampliar)
Banhada pelo rio Tua, na sua margem esquerda, a cerca de sete quilómetros da cidade "Princesa do Tua", fica situada a Aldeia de Frechas.
É também sede de uma freguesia formada por mais dois lugares:
Cachão (ou Vila Nordeste, como lhe chamou o Eng.º Camilo Mendonça) e Vale da Sancha. Frechas foi Vila e teve concelho próprio, extinto em 1836, passando nessa data para o actual. D. Manuel I deu lhe foral em 10 de Março de 1513.
Faziam parte do Governo local (civil), dois Juízes ordinários, vereadores com seus oficiais, subordinados ou ouvidores de Vila Flor.

Ao Governo militar assistia o capitão de uma Companhia de Ordenanças, subordinada ao capitão de Vila Flor.
Foi seu donatário, de juro e herdade, o Sr. da Casa de Vila Flor, que na vila de Frechas apresentava o ofício de tabelião.
Entrava nela em correição o Corregedor de Torre de Moncorvo.
Eclesiasticamente, a antiga freguesia era uma Vigararia ad nutum da apresentação do reitor de S. Lourenço de Libela.

O seu orago é o S. Miguel.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Obrigado por teres visitado o meu blogue e volta sempre.