Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
Quarta-feira, 19 de Outubro de 2011
1.º Equipa de futebol de Frechas

Os nomes são: Em pé da esquerda para a direita, Marcolino, João Campos, Zé Padre, Zé Noronha, Sigefredo, Chico Pando e Fernando Pilau Agachados: O primeiro não conheço, o outro é o Zé Pardal, Antonio Noronha, Justiniano, Pereira e Chico Antero. Foto enviada pelo meu amigo António Antonio Augusto Teixeira, um Frechense residente em S.º Paulo, Brasil
Quarta-feira, 14 de Setembro de 2011
Sexta-feira, 17 de Junho de 2011
Estrelas do futebol deixam jovens do Cachão encantados
Eduardo Carvalho, guarda-redes da selecção nacional. Pizzi, brigantino dos quadros do Braga, emprestado ao Paços de Ferreira. Paulo Lopes, guarda-redes do Feirense. Marco Ferreira, que já actuou no Porto e no Benfica, André Dias, do Rio Ave, Rui Borges e Rui Lopes, ambos do SC Mirandela, foram apenas algumas das estrelas que apadrinharam a festa de subida de divisão dos juniores do Cachão. (mais aqui)
Sexta-feira, 6 de Maio de 2011
Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011
Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2010
Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010
Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010
Matadouro do Cachão privatizado
Privatização pode avançar já no próximo mês para ultrapassar as dificuldades financeiras que a unidade de abate enfrenta. (mais aqui)
Sábado, 14 de Agosto de 2010
Terça-feira, 3 de Agosto de 2010
Domingo, 14 de Março de 2010
Limpar Portugal
Eu estou 100% empenhado em participar no movimento LIMPAR PORTUGAL.
No dia 20 vou participar activamente na limpeza de lixeiras clandestinas.
E TU? VAIS FICAR EM CASA?
Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009
Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
SITE DA JUNTA DA FREGUESIA
Já era altura para fazerem a respectiva alteração, ou o responsável também foi de ranço???
Terça-feira, 10 de Novembro de 2009
Domingo, 8 de Novembro de 2009
Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
O desvanecer do sonho transmontano
Aldeia do Cachão ainda é conhecida pelo colossal Complexo Industrial.
Três vezes ao dia, o silêncio e monotonia são rasgados pelo apito sonoro. Sonoridades que ressoam nas paredes degradadas e nos edifícios abandonados que já viram melhores tempos. Vestígios de um sonho que, há muito, caiu por terra e foi deixado à deriva.
Contudo, basta uma passagem pelo Cachão, na freguesia de Frechas (Mirandela), para constatar a grandiosidade e imponência das construções que, outrora, formaram o Complexo Agro-Industrial de Cachão (CAICA).
Criada na década de 60, pelas mãos do engenheiro agrónomo Camilo Mendonça (natural de Vilarelhos - Alfândega da Fé) com o apoio do Estado Novo e de Salazar, a infra-estrutura chegou a empregar milhares de pessoas. Pensado para “transformar” a agricultura e produtos transmontanos, particularmente os do Nordeste do País, numa referência a nível europeu e, mesmo, mundial, o CAIC integrava, além de infra-estruturas agro-industriais, um complexo sistema de regadio, que previa a construção de 130 barragens com paredões de terra.
Tudo que se produzia em Trás-os-Montes podia ser “enviado” para o Cachão, onde seria transformado. Castanha, hortícolas, vinho e frutícolas, entre muitos outros, depois de passarem pelo CAICA, entravam nos circuitos comerciais de Portugal, do resto da Europa e, mesmo, da Rússia ou Estados Unidos da América.
Com vista a fixar novos trabalhadores e alojar os que já laboravam no Cachão, construi-se o bairro social, também conhecido por Vila Nordeste, que acolhia mais de 100 famílias.
A par da criação deste empreendimento, foram instalados, também, alguns equipamentos de apoio, como infantário, escola primária, posto médico e centro cultural, entre outros.
Revolução de Abril “ditou” abandono do projecto
Apesar da grandiosidade e riqueza de todas as infra-estruturas a ele associadas, o CAICA entrou em decadência após a Revolução de 25 de Abril de 1974. Contudo, algumas fábricas, bem como as barragens de Alfândega da Fé, Cachão, Carvalheira, Vila Flor, Vilares da Vilariça e Vilarelhos resistiram ao abandono do empreendimento.
A situação económica complicou-se progressivamente, agravada pelo facto de Portugal passar a integrar a Comunidade Económica Europeia e porque a região ficava afastada dos principais e maiores centros urbanos e de consumo, sendo que o transporte e distribuição de produtos eram encarecidos pelas más acessibilidades.
Depois de um lento enfraquecimento económico e financeiro, o CAICAacabou por encerrar, em 1992, altura em que as autarquias de Mirandela e Vila Flor ficaram responsáveis pela administração dos imóveis.
Actualmente, ainda funcionam algumas fábricas no Cachão que empregam cerca de 200 pessoas, mas parte dos antigos funcionários do CAICA viram-se obrigados a emigrar ou procurar trabalho noutros locais da região.
in nordeste, semanário regional de informação
Três vezes ao dia, o silêncio e monotonia são rasgados pelo apito sonoro. Sonoridades que ressoam nas paredes degradadas e nos edifícios abandonados que já viram melhores tempos. Vestígios de um sonho que, há muito, caiu por terra e foi deixado à deriva.
Contudo, basta uma passagem pelo Cachão, na freguesia de Frechas (Mirandela), para constatar a grandiosidade e imponência das construções que, outrora, formaram o Complexo Agro-Industrial de Cachão (CAICA).
Criada na década de 60, pelas mãos do engenheiro agrónomo Camilo Mendonça (natural de Vilarelhos - Alfândega da Fé) com o apoio do Estado Novo e de Salazar, a infra-estrutura chegou a empregar milhares de pessoas. Pensado para “transformar” a agricultura e produtos transmontanos, particularmente os do Nordeste do País, numa referência a nível europeu e, mesmo, mundial, o CAIC integrava, além de infra-estruturas agro-industriais, um complexo sistema de regadio, que previa a construção de 130 barragens com paredões de terra.
Tudo que se produzia em Trás-os-Montes podia ser “enviado” para o Cachão, onde seria transformado. Castanha, hortícolas, vinho e frutícolas, entre muitos outros, depois de passarem pelo CAICA, entravam nos circuitos comerciais de Portugal, do resto da Europa e, mesmo, da Rússia ou Estados Unidos da América.
Com vista a fixar novos trabalhadores e alojar os que já laboravam no Cachão, construi-se o bairro social, também conhecido por Vila Nordeste, que acolhia mais de 100 famílias.
A par da criação deste empreendimento, foram instalados, também, alguns equipamentos de apoio, como infantário, escola primária, posto médico e centro cultural, entre outros.
Revolução de Abril “ditou” abandono do projecto
Apesar da grandiosidade e riqueza de todas as infra-estruturas a ele associadas, o CAICA entrou em decadência após a Revolução de 25 de Abril de 1974. Contudo, algumas fábricas, bem como as barragens de Alfândega da Fé, Cachão, Carvalheira, Vila Flor, Vilares da Vilariça e Vilarelhos resistiram ao abandono do empreendimento.
A situação económica complicou-se progressivamente, agravada pelo facto de Portugal passar a integrar a Comunidade Económica Europeia e porque a região ficava afastada dos principais e maiores centros urbanos e de consumo, sendo que o transporte e distribuição de produtos eram encarecidos pelas más acessibilidades.
Depois de um lento enfraquecimento económico e financeiro, o CAICAacabou por encerrar, em 1992, altura em que as autarquias de Mirandela e Vila Flor ficaram responsáveis pela administração dos imóveis.
Actualmente, ainda funcionam algumas fábricas no Cachão que empregam cerca de 200 pessoas, mas parte dos antigos funcionários do CAICA viram-se obrigados a emigrar ou procurar trabalho noutros locais da região.
in nordeste, semanário regional de informação
Quinta-feira, 23 de Julho de 2009
Deputado socialista diz no Parlamento que a linha do Tua não tem interesse turístico

A linha do Tua não tem interesse turístico. A opinião foi defendida pelo deputado socialista Luís Vaz, eleito pelo círculo de Bragança, ontem à tarde na Assembleia da República.
Durante o debate sobre a petição da Linha do Tua apresentada há um ano pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua e que tinha como propósito defender a linha do Tua da construção de uma barragem, o deputado afirmou que “a linha férrea deixou de ser útil para as pessoas que ali vivem e trabalham, que optaram pelo transporte rodoviário”.
Luís Vaz salientou que a ferrovia poderia ter potencial turístico, mas não diz que “não conhece um único operador turístico que se tenha interessado pela sua exploração”.
Quem não gostou de ouvir estas palavras foi a deputada do Bloco de Esquerda, Helena Pinto. “Apetece-me dizer que fiquei quase sem palavras depois de ouvir tudo o que o deputado socialista disse. Só faltou concluir com viva a barragem, viva a EDP”, ironizou.
E José Silvano diz que Luís Vaz tem inveja de Mirandela. É desta forma que o presidente da câmara de Mirandela reage às declarações do deputado socialista, eleito por Bragança, proferidas, ontem, na Assembleia da República.
O também presidente da administração da Metro de Mirandela ficou surpreendido com esta posição de Luís Vaz. José Silvano considera que “só fala de Mirandela para cima e que não conhece o Vale do Tua”. Acrescenta que Luíz Vaz vestiu a pele de “deputado por Macedo de Cavaleiros” e que “como não passa lá a linha tem inveja que ela termine em Mirandela”.
José Silvano desmente também que não haja três operadores interessados em explorar a linha do Tua. "Basta consultar o estudo que as Câmaras fizeram para constatar que há empresas interessadas".
A petição sobre a linha do Tua vai ser votada esta sexta-feira.
Eduardo Pinto/RA
Nota: É caso para dizer: Se assim fala quem devia defender a região, o que esperar dos engravatados de Lisboa?
Durante o debate sobre a petição da Linha do Tua apresentada há um ano pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua e que tinha como propósito defender a linha do Tua da construção de uma barragem, o deputado afirmou que “a linha férrea deixou de ser útil para as pessoas que ali vivem e trabalham, que optaram pelo transporte rodoviário”.
Luís Vaz salientou que a ferrovia poderia ter potencial turístico, mas não diz que “não conhece um único operador turístico que se tenha interessado pela sua exploração”.
Quem não gostou de ouvir estas palavras foi a deputada do Bloco de Esquerda, Helena Pinto. “Apetece-me dizer que fiquei quase sem palavras depois de ouvir tudo o que o deputado socialista disse. Só faltou concluir com viva a barragem, viva a EDP”, ironizou.
E José Silvano diz que Luís Vaz tem inveja de Mirandela. É desta forma que o presidente da câmara de Mirandela reage às declarações do deputado socialista, eleito por Bragança, proferidas, ontem, na Assembleia da República.
O também presidente da administração da Metro de Mirandela ficou surpreendido com esta posição de Luís Vaz. José Silvano considera que “só fala de Mirandela para cima e que não conhece o Vale do Tua”. Acrescenta que Luíz Vaz vestiu a pele de “deputado por Macedo de Cavaleiros” e que “como não passa lá a linha tem inveja que ela termine em Mirandela”.
José Silvano desmente também que não haja três operadores interessados em explorar a linha do Tua. "Basta consultar o estudo que as Câmaras fizeram para constatar que há empresas interessadas".
A petição sobre a linha do Tua vai ser votada esta sexta-feira.
Eduardo Pinto/RA
Nota: É caso para dizer: Se assim fala quem devia defender a região, o que esperar dos engravatados de Lisboa?
Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
FARIA, ANTÓNIO EDUARDO DE OLIVEIRA

Popularmente conhecido por Coronel Faria ou o Lendário Coronel, marcou o imaginário de muitos Mirandelenses. Nasceu a 30.9.1897, na freguesia e concelho do Mogadouro. Filho do ilustre advogado e republicano Eduardo Ernesto de Faria e da professora e poetisa Laurinda Augusta de Abreu Faria. Faleceu a 6.1.95, em Mirandela. Estudou em Bragança e a seguir ingressou na Escola de Guerra, tendo feito parte do Corpo Expedicionário Português na 1 a Grande Guerra (1914-18) e na 2.' Grande Guerra combateu nos Açores. Como cadete conheceu pessoalmente o Presidente Sidónio Pais, tendo lhe feito guarda de honra em 14.12.1918, dia em que foi assassinado. Foi combatente da República, sob o comando do General Hipólito Raposo, na Traulitada, em 19.2.1919, em Mirandela, contra Paiva Couceiro e as investidos da "Causa Monárquica". A sua bravura valeu-lhe a medalha Torres Espada, de Valor, Lealdade e Mérito. Sendo de destacar, entre outras condecorações, a Medalha e Crachat da Ordem Militar de Aviz e de Cristo. Foi ainda em Vila Real, no RI n.º 13, que mais marcou a vida castrense, até chegar a comandante e passou à reserva em 1960. Foi sócio fundador do Sport Clube de Mirandela e ajudou a adquirir o estádio de S. Sebastião.
texto do sitio bragacanet.ptfoto do sitio da junta de freguesia de frechas
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